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sábado, 15 de julho de 2017

Casa da Gestante de Imperatriz comemora 1 ano de funcionamento com centenas de atendimentos



Entre junho de 2016 e junho deste ano, 409 gestantes e mães cujos filhos recém-nascidos precisaram de internação hospitalar após o parto, as chamadas puérperas, receberam atenção e acolhimento especializado do Governo do Maranhão em Imperatriz.
Com a entrega da Casa da Gestante Dra. Eimar de Andrade Melo, realizada em 16 de julho do ano passado, moradoras do município, e de toda a Região Tocantina, que necessitaram de um teto enquanto aguardavam a chegada ou alta dos seus filhos, também encontraram um ambiente agradável e equipes multiprofissionais disponíveis 24h para o acompanhamento dos pacientes.
“Desde que eu fui recebida, me informaram que se eu precisasse de qualquer coisa podia avisar. Graças a Deus não precisei de nada em relação à saúde, mas fico muito feliz em saber que tem uma equipe para nos atender e que eles se preocupam com a gente”, diz Jaqueline Moreira, gestante de Balsas que no mês de maio completou um mês de estadia na casa.
Por turno, sete profissionais como enfermeiros e técnicos fazem o acompanhamento integral das mães. Além deles, há ainda um médico disponível todos os dias, fonoaudiólogo, nutricionista, assistente social, psicólogo, entre outros. Sempre que precisam de atendimento hospitalar, as pacientes são imediatamente encaminhadas à unidade de referência do lugar, o Hospital Regional Materno Infantil de Imperatriz, que fica a apenas 200 metros de distância. “Nossa prioridade é oferecer o bom acompanhamento, todo o suporte para garantir que corra tudo bem, reduzindo assim a mortalidade tanto materna quanto infantil”, afirma a coordenadora da Casa, Ariane Heringer.
Além da atenção à prescrição médica de cada paciente e das consultas diárias, elas também participam de atividades lúdicas e pedagógicas, como aulas de bordado e artesanato e palestras sobre cuidados na gestação, com o bebê, com a alimentação, entre outros.
Pioneirismo no Maranhão


A unidade é uma Casa da Gestante, Bebê e Puérpera (CGBP) integrante da Rede Cegonha do Ministério da Saúde e que foi viabilizada e ampliada pelo Governo do Maranhão. Com isso, além das vinte vagas da rede federal, o Executivo estadual criou outras 20 para mães que aguardam a saída dos filhos da UTI. Há quem chega a passar até seis meses na unidade.
“Recebemos pessoas de toda a regional de Imperatriz, Balsas, Buriticupu. E fora os estados vizinhos como Pará e Tocantins, já que são pacientes que vêm transferidos da nossa maternidade de referência, que é o Hospital Regional Materno Infantil de Imperatriz”, conta a coordenadora.
No formato em que foi implantada, a Casa da Gestante de Imperatriz foi mais uma iniciativa pioneira da atual gestão do Governo do Estado. Antes, a estrutura não conseguia dar o suporte que as mães precisavam. “A casa anterior era muito pequena, funcionava num espaço anexo ao hospital, mas não oferecia esse atendimento especializado e não conseguia receber todas que precisavam. Agora não, o ambiente é bonito, é uma casa; e tanto as pacientes ficam felizes com o lugar quanto os familiares ficam tranquilos em deixá-las aqui e saber que terão todo o apoio”, diz a coordenadora.

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