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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Um governador muito aplaudido; um estado que vira esperança

JM Cunha Santos 


Assisti a um vídeo no qual o governador Flávio Dino, em palestra proferida a convite da Fundação Oswaldo Cruz, durante a “Feira de Soluções para a Saúde”; Seminário Internacional da UNICEF: Zika e Infância, em Salvador (Bahia), aparece muito aplaudido ao expor as razões e os sucessos da Casa de Apoio Ninar, cuja implantação custou R$ 2 milhões e mais R$ 400 mil mensais para atender, por semana, a 15 famílias com entes vitimados por arboviroses também transmitidas pelo mosquito da dengue. Um custo em saúde infantil que talvez não atinja o que os convivas de Roseana Sarney consumiam mensalmente em lagostas e vinhos importados quando a “Casa de Apoio Ninar” ainda era a Casa de Veraneio do Governo do Estado, a central da esbórnia oficial que tanto nos envergonhou.
Na palestra, o governador do Maranhão lembrava os dísticos da Revolução Francesa, “Liberdade, Igualdade, Fraternidade”, para dizer que, em nome de um individualismo selvagem, a fraternidade e a igualdade estão ficando esquecidos. “É preciso lutar pelo desenvolvimento econômico, mas sem esquecer a fraternidade e a igualdade”, sentenciou. E disse tudo isso para explicar o imenso amor que envolve o Projeto Ninar.
O governador Flávio Dino também foi insistentemente aplaudido por jovens estudantes da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, durante debate sobre a conjuntura nacional EPP (Estudos de Políticas em Pauta) da Fundação Getúlio Vargas, ao falar sobre os desafios de governar um estado em tempos de aguda crise nacional.
Mas os aplausos ao governador não veem somente das plateias nacionais e do povo maranhense que o mantém com 65 % de aprovação. Também a imprensa nacional e internacional, autoridades, outros governadores, órgãos de controle, partidos políticos, ONGs, movimentos sociais, aplaudem a gestão de Flávio Dino no Maranhão. Em ranking do Portal G1medindo o número de promessas cumpridas e não cumpridas por governadores de estados brasileiros, Flávio Dino surge como o segundo melhor governador do país.
Aplausos também dos órgãos de controle do Estado. A Controladoria Geral da União, órgão fiscalizador doa atos da administração pública, medindo a transparência e a honestidade administrativos nos estados, deu o primeiro lugar para o Maranhão. No governo Roseana Sarney, o Estado ficou em 24 lugar, quase o último no que se refere à honestidade nas contas públicas. E houve na Secretaria da Fazenda uma fraude estimada em 1,1 bilhão, graças a um filtro que escondia 60 % dos gastos públicos. A nota do Maranhão era zero na Escala Brasil Transparente e saltou para 10 no governo Flávio Dino. Em outras palavras, nas medidas da Escala Brasil Transparente e da CGU o governo do Maranhão é o mais honesto do Brasil.
Em meio à aguda crise econômica, política e fiscal do país, o Maranhão, com escolas dignas, Mais IDH, Mais Asfalto, agricultura familiar, hospitais regionais, se tornou, de mais desesperançado estado do país, uma cidadela da esperança, mostrando que dificuldades podem ser vencidas quando um governante tem reais preocupações com a fraternidade e as desigualdades sociais. Esperança e exemplo também para outros estados onde a crise econômica corrói salários, desemprega, atrasa pagamentos, desestabiliza o funcionalismo público. Esse Maranhão-Esperança, esse Maranhão-Exemplo era, até ontem, como sabem todos, um singular fenômeno de misérias e corrupção.

Por isso que todos, no Maranhão e em todo Brasil, aplaudem o governador Flávio Dino.

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